A vida e a obra de 14 grandes cientistas: Henry Walter Bates, James F.
Crow, Marie Curie, John L. Harper, Charles Keeling, Lynn Margulis, John
Maynard Smith, Ernst Mayr, Stanley L. Miller, George Price, Richard
Southwood, Alfred Russel Wallace, George C. Williams e Carl R. Woese. O
livro está saindo do forno e você pode fazer seu pedido direto com o
autor através do e-mail: meiterer@hotmail.com .
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sábado, 19 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
Cadastro de guias
Postado em 2.1.16 por M. Eiterer com Nenhum comentário
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Por trás da beleza dos fogos de artifício II
Postado em 28.12.15 por M. Eiterer com Nenhum comentário
Já escrevi sobre os impactos dos fogos de artifícios, o texto foi publicado no Observatório da Imprensa, em 2013 (ver aqui). Nunca assisti a um show pirotécnico no Rio ou em outro lugar, meu interesse sobre fogos de artifício é por causa do impacto sobre a fauna, principalmente as aves. Entretanto, quanto mais leio sobre fogos de artifício e seus impactos, mais impressionada fico. Escrevo novamente sobre este tema, numa tentativa de conscientizar o público sobre o quanto é perigoso e nocivo produzir e soltar fogos de artifício.
O maior produtor de fogos de artifício do mundo é a China e o segundo o Brasil. O município de Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais é o maior produtor no Brasil, mas os santoantonienses não costumam comemorar com fogos, por causa do extenso histórico de acidentes ( ver matéria 'Histórias de feridos em explosões em uma cidade que fabrica “foguetes”' , publicada no Diário da Manhã, em 5/7/2015). Os acidentes de trabalho na produção de fogos de artifício, geralmente são fatais ou mutilantes (para mais detalhes veja Vieira et al. 2001) .
Atualmente, a queima de fogos no Rio é a mais conhecida festa pirotécnica, no Brasil, presenciada por mais de 2 milhões de pessoas (ver matéria “Palcos do Réveillon de Copacabana recebem equipamentos; veja atrações“, publicada no G1, de 28/12), com a queima de 24 toneladas de fogos de artifícios, distribuídos em balsas por toda a orla, com uma duração estimada em 16 minutos. A festa adiciona 614 milhões de dólares (cerca de R$ 1,4 bilhão) à economia da cidade. Tudo começou em 1976, quando hotel Le Meridien iniciou uma cascata de fogos no seu prédio no Rio. Na virada de 2000 para 2001 um acidente grave com mortes e muitos feridos, em mais de um acidente com fogos de artifício no Rio ( ver matéria 'Fogos matam no Rio'e 'O horror dos fogos', publicada em Isto é: gente). Oito anos depois as vítimas ainda não haviam sido indenizadas (ver matéria 'Vítimas de tragédia durante queima de fogos em Copacabana ainda lutam por Justiça , publicada no Extra, em 26/12/2008.)
Outras cidades do país também realizam shows de pirotecnia na passagem de ano, como é o caso de Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e São Paulo.
Pirotecnia mortal
Uma exibição de pirotecnia é considerada uma perturbação antropogênica e seus impactos sobre a vida selvagem representam uma justificada preocupação em termos de biologia da conservação. Para as pessoas que presenciam ou assistem pela TV, a pirotecnia é comumente vista como um grande e belo espetáculo. Cabe registrar, no entanto, que o barulho alto e repentino e as luzes brilhantes produzidos pelos fogos de artifício são uma fonte de estresse para muitos animais, tanto domésticos como selvagens. Um exemplo familiar é comumente presenciado por quem tem um cão. Os animais ficam muito agitados com o barulho, tentando se esconder; muitos latem, uivam ou até mesmo urinam. Estudos têm comprovado o que os tutores desses animais já sabiam: fogos de artifício representam uma experiência traumática para os cães.
A repentina mortandade de milhares de pássaros-pretos-da-asa-vermelha (Agelaius phoeniceus; “red-winged blackbirds”, em inglês), na pequena cidade de Beebe, no estado de Arkansas (Estados Unidos), na véspera da passagem de ano, em 2010, atraiu a atenção da mídia (ver as matérias “For Arkansas blackbirds, the New Year never came“, de Campbell Robertson, publicada no The New York Times, em 3/1/2011; e “Fogo-de-artifício terá causado pânico e morte a milhares de aves no Arkansas“, de Helena Geraldes, publicada no Público, em 4/1/2011). Imagens de radar mostraram que, naquela noite, grupos numerosos de aves deixaram os seus poleiros no meio de uma noite chuvosa. Fogos de artifício assustaram e desorientaram as aves, muitas das quais morreram ao se chocar violentamente contra obstáculos. Sem essa repentina perturbação, elas provavelmente teriam permanecido em seus poleiros noturnos.
Na Holanda, usando um radar meteorológico, um estudo quantificou a reação das aves aos fogos de artifício durante a passagem do ano, em três anos consecutivos (ver aqui; para detalhes técnicos, ver SHAMOUN-BARANES et al. 2011). Milhares de aves saíram em debandada pouco depois da meia-noite. Os bandos mais numerosos foram observados em áreas de pastagens e locais úmidos, incluindo áreas protegidas, onde milhares de aves aquáticas habitualmente descansam e se alimentam. Perturbações provocadas durante a época reprodutiva podem levar ao abandono de ninhos, deixando ovos e filhotes desprotegidos; isso eleva as taxas de mortalidade e contribui para uma redução nos efetivos populacionais.
Um coquetel perigoso
Durante um show pirotécnico podemos inalar uma grande quantidade de elementos químicos como: Sr (x86), K (x26), Ba (x11), Co (x9), Pb(x7), Cu (x5), Zn (4x), Bi(x4), Mg(4x), Rb(x4), Sb(x3), P(x3), Ca(x2), Mn(x2), As(x2), Ti(x2), SO4(x2) (para mais detalhes veja Moreno et al. 2010). Os números entre parênteses representa quantas vezes o elemento aumenta durante o show. Um risco para saúde e principalmente para os asmáticos.
Fogos de artifício também contaminam a água com perclorato (Sijimol MR & Mohan M. 2014; Wilkin et al. 2007; Motzer, 2001). O perclorato é um composto químico de um átomo de cloro e 4 átomos de oxigênio. É utilizado em airbag, produtos químicos industriais, explosivos e fogos. O perclorato é altamente solúvel em água e é persistente no ambiente. O perclorato pode afetar a função da glândula tireoide, que regula o metabolismo do corpo. Mulheres grávidas, fetos, bebês, crianças menores de 12 anos de idade e pessoas com hipotireoidismo são mais suscetíveis. Fogos lançados perto de água além de contaminarem a água, também contaminam organismos que vivem na água.
Feliz Ano Novo!
Referência citada
SHAMOUN-BARANES, J. & outros 5 coautores. 2011. Birds flee en mass from New Year’s Eve fireworks. Behavioral Ecology 22: 1173-7.
Fontes
Moreno et al. 2010. Effect of fireworks events on urban background trace metal aerosol concentrations: Is the cocktail worth the show? Journal of Hazardous Materials 183 :945-949.
Motzer, 2001.Perchlorate: Problems, Detection, and Solutions. < http://www.sciencedirect.com/…/article/pii/S152759220190059X>. Acesso em 28/12/2015.
Wilkin et al. 2007. Perchlorate Behavior in a Municipal Lake Following Fireworks Displays. <
http://pyrobin.com/…/perchlorate%20behavior%20in%20a%20muni… >. Acesso em 28/12/2015.
Sijimol MR & Mohan M. 2014. Environmental impacts of perchlorate with special reference to fireworks--a review.<http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25004859>.
Acesso em: 28/12/2015.
O maior produtor de fogos de artifício do mundo é a China e o segundo o Brasil. O município de Santo Antônio do Monte, em Minas Gerais é o maior produtor no Brasil, mas os santoantonienses não costumam comemorar com fogos, por causa do extenso histórico de acidentes ( ver matéria 'Histórias de feridos em explosões em uma cidade que fabrica “foguetes”' , publicada no Diário da Manhã, em 5/7/2015). Os acidentes de trabalho na produção de fogos de artifício, geralmente são fatais ou mutilantes (para mais detalhes veja Vieira et al. 2001) .
Atualmente, a queima de fogos no Rio é a mais conhecida festa pirotécnica, no Brasil, presenciada por mais de 2 milhões de pessoas (ver matéria “Palcos do Réveillon de Copacabana recebem equipamentos; veja atrações“, publicada no G1, de 28/12), com a queima de 24 toneladas de fogos de artifícios, distribuídos em balsas por toda a orla, com uma duração estimada em 16 minutos. A festa adiciona 614 milhões de dólares (cerca de R$ 1,4 bilhão) à economia da cidade. Tudo começou em 1976, quando hotel Le Meridien iniciou uma cascata de fogos no seu prédio no Rio. Na virada de 2000 para 2001 um acidente grave com mortes e muitos feridos, em mais de um acidente com fogos de artifício no Rio ( ver matéria 'Fogos matam no Rio'e 'O horror dos fogos', publicada em Isto é: gente). Oito anos depois as vítimas ainda não haviam sido indenizadas (ver matéria 'Vítimas de tragédia durante queima de fogos em Copacabana ainda lutam por Justiça , publicada no Extra, em 26/12/2008.)
Outras cidades do país também realizam shows de pirotecnia na passagem de ano, como é o caso de Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e São Paulo.
Pirotecnia mortal
Uma exibição de pirotecnia é considerada uma perturbação antropogênica e seus impactos sobre a vida selvagem representam uma justificada preocupação em termos de biologia da conservação. Para as pessoas que presenciam ou assistem pela TV, a pirotecnia é comumente vista como um grande e belo espetáculo. Cabe registrar, no entanto, que o barulho alto e repentino e as luzes brilhantes produzidos pelos fogos de artifício são uma fonte de estresse para muitos animais, tanto domésticos como selvagens. Um exemplo familiar é comumente presenciado por quem tem um cão. Os animais ficam muito agitados com o barulho, tentando se esconder; muitos latem, uivam ou até mesmo urinam. Estudos têm comprovado o que os tutores desses animais já sabiam: fogos de artifício representam uma experiência traumática para os cães.
A repentina mortandade de milhares de pássaros-pretos-da-asa-vermelha (Agelaius phoeniceus; “red-winged blackbirds”, em inglês), na pequena cidade de Beebe, no estado de Arkansas (Estados Unidos), na véspera da passagem de ano, em 2010, atraiu a atenção da mídia (ver as matérias “For Arkansas blackbirds, the New Year never came“, de Campbell Robertson, publicada no The New York Times, em 3/1/2011; e “Fogo-de-artifício terá causado pânico e morte a milhares de aves no Arkansas“, de Helena Geraldes, publicada no Público, em 4/1/2011). Imagens de radar mostraram que, naquela noite, grupos numerosos de aves deixaram os seus poleiros no meio de uma noite chuvosa. Fogos de artifício assustaram e desorientaram as aves, muitas das quais morreram ao se chocar violentamente contra obstáculos. Sem essa repentina perturbação, elas provavelmente teriam permanecido em seus poleiros noturnos.
Na Holanda, usando um radar meteorológico, um estudo quantificou a reação das aves aos fogos de artifício durante a passagem do ano, em três anos consecutivos (ver aqui; para detalhes técnicos, ver SHAMOUN-BARANES et al. 2011). Milhares de aves saíram em debandada pouco depois da meia-noite. Os bandos mais numerosos foram observados em áreas de pastagens e locais úmidos, incluindo áreas protegidas, onde milhares de aves aquáticas habitualmente descansam e se alimentam. Perturbações provocadas durante a época reprodutiva podem levar ao abandono de ninhos, deixando ovos e filhotes desprotegidos; isso eleva as taxas de mortalidade e contribui para uma redução nos efetivos populacionais.
Um coquetel perigoso
Durante um show pirotécnico podemos inalar uma grande quantidade de elementos químicos como: Sr (x86), K (x26), Ba (x11), Co (x9), Pb(x7), Cu (x5), Zn (4x), Bi(x4), Mg(4x), Rb(x4), Sb(x3), P(x3), Ca(x2), Mn(x2), As(x2), Ti(x2), SO4(x2) (para mais detalhes veja Moreno et al. 2010). Os números entre parênteses representa quantas vezes o elemento aumenta durante o show. Um risco para saúde e principalmente para os asmáticos.
Fogos de artifício também contaminam a água com perclorato (Sijimol MR & Mohan M. 2014; Wilkin et al. 2007; Motzer, 2001). O perclorato é um composto químico de um átomo de cloro e 4 átomos de oxigênio. É utilizado em airbag, produtos químicos industriais, explosivos e fogos. O perclorato é altamente solúvel em água e é persistente no ambiente. O perclorato pode afetar a função da glândula tireoide, que regula o metabolismo do corpo. Mulheres grávidas, fetos, bebês, crianças menores de 12 anos de idade e pessoas com hipotireoidismo são mais suscetíveis. Fogos lançados perto de água além de contaminarem a água, também contaminam organismos que vivem na água.
Problemas além da conta
São muitos problemas desde a produção até o lançamento dos fogos, para ver apenas alguns minutos de luzes coloridas. Será que vale a pena! Para que colorir o céu? Ele já é maravilhoso! Você já olhou para o céu hoje?Feliz Ano Novo!
Referência citada
SHAMOUN-BARANES, J. & outros 5 coautores. 2011. Birds flee en mass from New Year’s Eve fireworks. Behavioral Ecology 22: 1173-7.
Fontes
Moreno et al. 2010. Effect of fireworks events on urban background trace metal aerosol concentrations: Is the cocktail worth the show? Journal of Hazardous Materials 183 :945-949.
Motzer, 2001.Perchlorate: Problems, Detection, and Solutions. < http://www.sciencedirect.com/…/article/pii/S152759220190059X>. Acesso em 28/12/2015.
Wilkin et al. 2007. Perchlorate Behavior in a Municipal Lake Following Fireworks Displays. <
http://pyrobin.com/…/perchlorate%20behavior%20in%20a%20muni… >. Acesso em 28/12/2015.
Sijimol MR & Mohan M. 2014. Environmental impacts of perchlorate with special reference to fireworks--a review.<http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25004859>.
Acesso em: 28/12/2015.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
O discurso da Prof.ª Kátia Artifon
Postado em 27.10.15 por M. Eiterer com Nenhum comentário
II Concurso de Arte: entrega de certificados. Discurso da Prof.ª Kátia Artifon de Marco
Quero primeiramente cumprimentar as autoridades presentes,
coordenação do concurso, coordenadores e diretores das escolas, aos alunos,
pais e aos meus colegas professores que
hoje cumpro a missão de
representá-los nesse evento. Dizer a todos que é um imenso prazer poder conviver com as pessoas dessa cidade
de Viçosa que muito bem me acolheu .Agradecer a Deus por nos permitir estarmos aqui nesse dia .
Agradecer aos
promotores desse concurso (a Avoa - Associação Viçosense dos observadores de
aves) em especial à Marinês que sempre esteve disponível a responder às nossas
dúvidas e nos orientou nessa caminhada, agradecer a oportunidade que nos
ofereceram de estarmos em contato com esse conhecimento interdisciplinar que
uniu a Ciência e a Arte, pois a infância e a adolescência vivem do conhecimento
e da visualidade que lhe é oferecida ou imposta pelos meios de comunicação de
massa, e como o caminho se faz ao caminhar,
podemos afirmar que esta foi uma excelente oportunidade de proporcionarmos
o contato dos nossos alunos com o conhecimento e a imagem natural de parte da
fauna e da flora existente nos brejos de nossa cidade tendo como resultado final essas produções visuais
maravilhosas aqui expostas e também a certeza de que somos hoje cidadãos comprometidos com a preservação destas espécies.
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Agradecer às direções e coordenações das escolas que muito
se empenharam em nos proporcionar meios para a execução dos trabalhos e
apoiaram nossa adesão ao concurso.
Agradecer em especial a todos os alunos que se propuseram a
participar e o fizeram com excelência, que muito se dedicaram e empenharam para
chegar até aqui, e que como o poeta podem dizer:
' Você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui, percorri milhas e milhas antes de dormir, eu não cochilei...' Cidade Negra– A estrada.
Na interação da arte
e da ciência primeiramente seguiu-se o caminho da pesquisa, das espécies do
brejo e do habitat onde vivem, após o domínio deste, houve a escolha para sua composição, produção e fruição carregadas de significado.
Parabenizar estes e também os demais alunos que também
realizaram as suas produções, mas que infelizmente pelo número limitado de
trabalhos não podemos enviá-los à primeira etapa de classificação do concurso.
Quanto a nós arte educadores, que fomos os mediadores desta proposta, posso
dizer pela minha atuação que foi uma tarefa difícil porém gratificante e com
excelente resultado. Acompanhamos todo o processo poético dos nossos alunos. Também nos coube a difícil tarefa da educação
do olhar e da consciência da preservação. Fixar o olhar a uma imagem, lê-la, mesmo
que por um curto período de tempo, é
quase impossível pois a modernidade, a pressa, não nos permitem esse tempo para
o olhar pensante, sensível e afetivo. Conforme a autora Mirian Celeste Martins estudiosa da educação do olhar :
Este Olhar que aprecia, pensa, reflete, interpreta, avalia, julga e é a partir deste, desta sensibilização que se produz criativamente.
Observando hoje toda esta produção nós professores podemos
afirmar que realizamos essa educação do olhar com muita competência.
Esta proposta nos oportunizou o contato com novos
conhecimentos, experiências, e a
descoberta de novas competências, podemos dizer que:
cores de plantas, de aves, de brejos, nos remetem às tintas,
aos materias escolhidos para a técnica da produção.O traçado das penas das aves, da vegetação, nos remete às
linhas e tramas da arte de nossa representação pictórica.Os sons das aves são melodias que ao ouvirmos nos emocionam.
Novamente saliento que todas essas emoções e sensibilidade
experiência das são caminhos percorridos pela ciência e pela arte os quais nos
levaram à conscientização da
importância de valorizarmos e preservarmos as espécies e o habitat existentes nos brejos
de Viçosa ou de qualquer lugar que estivermos.
Enfim, este é um processo sem volta, pois a semente da
gratidão, do amor, da vida, foi plantada
e nos rende frutos. Mais uma vez, parabéns a todos os envolvidos.
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